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O consumidor 3.0

 

O autor do termo co-criação, Prahalad, argumenta que o papel do consumidor está mudando. Os consumidores já não são mais indivíduos  isolados: agora estão conectados uns aos outros. Suas decisões não são mais inconscientes; ao contrário, são bem fundamentadas em informações. Não são mais passivos; são ativos, oferecendo feedback útil às empresas.

Na sociedade criativa, as pessoas utilizam mais o lado direito do cérebro, trabalhando em setores criativos, como ciências, arte e serviços profissionais. Esse tipo de sociedade, segundo O cérebro do futuro, de Daniel Pink, retrata o mais alto nível de desenvolvimento social na civilização humana. Pink retrata a evolução humana – dos primitivos caçadores, agricultores e trabalhadores braçais, que utilizavam os músculos, até os executivos, que utilizam basicamente o lado esquerdo do cérebro, e finalmente evoluem para os artistas, que utilizam o lado direito do cérebro. A tecnologia é, mais uma vez, o principal fator propulsor dessa evolução.

* por @andretelles

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